Descubra como uma mãe venceu a frieza da lei e garantiu seu direito sem precisar colocar o veículo no nome de uma criança.
Quem é mãe ou pai de uma criança com autismo sabe que a rotina diária não é nada fácil. São idas e vindas constantes para terapias, médicos, fonoaudiólogos e escolas. E, no meio de tantos gastos pesados, a isenção de IPVA aparece como um alívio mais do que merecido no bolso da família.

Mas aí, quando você vai pedir o seu direito que está na lei, o governo cria uma dor de cabeça enorme. Eles costumam negar o pedido com uma desculpa que beira o absurdo: dizem que o carro precisa estar registrado no nome da criança para que o imposto deixe de ser cobrado.
Pense bem com a gente: que sentido faz obrigar os pais a colocarem um bem tão caro no nome de um menor de idade, que obviamente nem dirigir pode? Isso é o que chamamos de excesso de papelada e uma total falta de empatia do Estado com quem só quer cuidar do seu filho com o Transtorno do Espectro Autista (TEA).
Foi exatamente contra essa enorme injustiça que uma mãe resolveu lutar. E a boa notícia é que a Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS) deu uma resposta maravilhosa para esse problema recentemente, criando uma verdadeira luz no fim do túnel para milhares de famílias que sofrem com isso todos os dias.
No caso dessa família, o governo queria cobrar o imposto de qualquer jeito porque o carro estava no nome da mãe. Mas a Justiça entendeu que o mais importante não é o nome que está escrito no documento do Detran, mas sim para quem e para que aquele carro é usado de verdade!
A mãe conseguiu provar, com documentos simples, que usava o veículo de duas a quatro vezes por semana para levar a criança aos seus tratamentos. Com isso, os juízes deixaram algo muito claro: a lei existe para proteger a família e aliviar os custos de quem cuida de uma pessoa com deficiência, e não para infernizar a vida das pessoas com regrinhas sem sentido.
Afinal, o nosso Estatuto da Pessoa com Deficiência garante que o transporte e a inclusão devem ser facilitados de todas as formas. Negar o benefício por causa de um mero detalhe burocrático é fechar os olhos para as dificuldades reais que essas famílias enfrentam. O direito de não pagar o imposto é para ajudar a criança, e não um privilégio do pedaço de papel do carro!
Sabemos que enfrentar o governo e toda essa montanha de burocracia pode parecer impossível quando você está sozinho e já cansado da rotina puxada. Por isso, contar com a ajuda de um advogado especialista pode ser a melhor forma de enfrentar esse problema, cortando caminhos e garantindo o seu direito à isenção de IPVA sem estresse.
E a melhor parte é que você não precisa perder horas no trânsito até um escritório, deixando de dar atenção ao seu filho. Com o Advogado Online, você encontra a solução ideal: é possível resolver absolutamente tudo pela internet, de forma rápida, muito segura e sem precisar sair do conforto da sua casa.

E você, o que pensa sobre isso?
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